Arquitetura comercial: saiba mais sobre essa forte tendência!!

Se você procura uma área com maior visibilidade no mercado e que melhore a experiência do cliente, saiba que a arquitetura comercial pode ser a escolha certa. Isso ocorre especialmente porque os empreendedores estão cada vez mais atentos à experiência e fidelização do consumidor, como uma maneira de driblar a crise econômica.

Afinal, a arquitetura comercial adapta o projeto de acordo com o tipo de negócio e o perfil dos consumidores. Assim, os estes podem ser atraídos e fidelizados com maior facilidade, já que a comunicação visual e o layout desempenham um importante papel. Quer entender melhor sobre a arquitetura comercial? Continue a leitura e tire todas as suas dúvidas!

O que é arquitetura comercial?

Como o próprio nome sugere, trata-se de um ramo da arquitetura que é voltado para empreendimentos, como escritórios, restaurantes, lojas etc., seja de pequeno, seja de médio ou grande porte.

Tudo isso para que haja uma maior valorização do espaço e melhor experiência para o cliente. Quer um exemplo? A curva do arco das redes do McDonalds, que, mesmo a longas distâncias, é possível de ser vista, aumenta as chances de memorização dos consumidores. Além disso, também existe a intenção de criar espaços que remetem a coworkings, para que o ambiente se torne ainda mais atrativo para a clientela.

Ou seja, a arquitetura comercial vai muito além da estética de um empreendimento. Ela deve incluir, também, visões de negócio, ao tentar maximizar as funcionalidades de um espaço.

Qual é o papel da comunicação visual?

Conforme mencionado, especialmente em períodos de crise econômica, é indispensável saber diferenciar-se, para que os clientes enxerguem determinado empreendimento como um investimento, e não um gasto a mais, independentemente do ramo.

Isso pode ser alcançado com o auxílio de pinturas e fachadas novas, por exemplo, e o que mais for coerente com o perfil da marca e necessário para despertar a curiosidade e o interesse do seu público-alvo. Cores, iluminação, cheiros e sons também otimizam a experiência do cliente. Por isso, devem ser pensados de forma conjunta para estimular o consumo dos produtos e serviços oferecidos.

Qual é a importância do layout nesse segmento?

Você, como consumidor, já deve ter pego algum item de prateleiras próximas aos caixas de lojas, mesmo não tendo pretensão de comprar aquilo. Isso não ocorre por acaso: valorizar o layout de lojas é fundamental para a realização de uma estratégica de distribuição dos produtos.

Para potencializar a organização dos itens, é indispensável proporcionar experiências personalizadas, de acordo com o perfil do público-alvo de uma marca. Quanto maior a personalização, mais facilmente o consumidor se sente não como um simples número a mais para aquela corporação, mas, sim, como um cliente especial.

Por que a arquitetura comercial é um segmento em alta?

A arquitetura comercial pode aumentar o movimento e gerar mais valor para as lojas. Entenda como!

Estímulo do consumo

Como foi dito, a arquitetura comercial precisa ter conhecimentos de negócio e visão analítica, já que a sua aplicação também deve ser capaz de estimular o consumo de produtos e serviços, ao incorporar a identidade visual da marca, como no já mencionado exemplo do letreiro do McDonalds.

Reposicionamento de marca

Se necessário, também é possível reposicionar a marca com a ajuda da arquitetura comercial. Por exemplo, essa área, junto do design de interiores, pode optar por decorações modernas e passar para o público a impressão de empresa inovadora, moderna e antenada.

Reaproveitamento de materiais

Porém, existe a possibilidade, igualmente válida, de readequar móveis antigos para reposicionar a marca. Isso, além de sair economicamente mais vantajoso para a marca, passa a impressão de sustentabilidade e ambiente saudosista, o que pode ser eficiente, se o público se encaixar nesse perfil.

Colaboradores mais motivados

Ainda, saiba que, especialmente após reformas, os colaboradores de uma marca tendem a se sentir mais motivados para bater as metas e obter os resultados desejados, já que há orgulho em fazer parte de uma corporação que busca a evolução.

Fidelização do cliente

Quando o consumidor aprovou a experiência de compra e percebeu que é muito mais do que adquirir um produto em si, mas também compartilhar um espaço confortável e aconchegante com os amigos — no caso de bares e restaurantes, por exemplo —, há maiores chances de ele retornar e ainda indicar o espaço para outras pessoas.

Pesquisas mostram que 92% dos consumidores consideram recomendações de amigos mais confiáveis. Dessa forma, se você conseguir manter o nível de atendimento ao longo das próximas visitas, a experiência proporcionada com a arquitetura pode fidelizar os clientes.

Como se especializar?

Para que o trabalho ocorra conforme o almejado pelos envolvidos, cada detalhe do processo deve ser levado com muita seriedade e com profissionais qualificados e comprometidos. Por esse motivo, não deixe de procurar especializações de arquitetura comercial. Essas devem incluir, além de técnicas da profissão, store branding, layoutização de lojas, conhecimentos específicos do varejo, estudos de caso etc.

Por onde começar o projeto de arquitetura comercial?

Após o contato entre o profissional e o empreendedor, é necessário realizar um trabalho de imersão na marca e no propósito trabalhado, para que o arquiteto saiba imprimir no projeto os valores, as missões e o perfil do público-alvo.

Feito isso, é o momento de elaborar o conceito com as diretrizes capazes de estimular o consumidor e conseguir atraí-lo. Assim, a fachada deve ser pensada para ter relação com todo entorno e ‘’prometer’’ ao visitante algo que será entregue no interior do espaço. Para isso, todos os elementos presentes precisam reforçar a identidade da marca.

Qualquer pessoa gosta de se sentir bem no estabelecimento que visita. Afinal, você consegue imaginar-se confortável consumindo em um local que oferece um excelente produto ou serviço, mas que despreza a arquitetura comercial? A sensação é de que falta algo, e, em tempos de crise, os empreendedores não podem deixar nada faltar — ao contrário, é preciso buscar diferenciais.

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