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DIY: o que é e qual a sua importância para a sustentabilidade?

Todos os anos, novas tecnologias de arquitetura, conceitos de decoração e tendências em design de interiores e urbanismo são inventadas ou resgatas pelo público, o que leva o mercado a se manter em constante adaptação ao comportamento de consumo.

Dado o contexto, surge o DIY. Além de ser financeiramente vantajoso, é uma excelente alternativa para a sustentabilidade. Já ouviu falar no termo e sabe do que se trata?

Preparamos este conteúdo para você entender melhor o que significa DIY, de onde surgiu, quais suas vantagens e por que é um conceito importante para a preservação do meio ambiente. Continue a leitura do artigo!

O que é DIY?

DIY é a sigla para “Do it Yourself” que, em sua tradução para a língua portuguesa, significa “Faça Você Mesmo”. Em suma, DIY é um conceito geralmente aplicado em atividades de criação ou manutenção, nas quais é possível descartar o auxílio de um profissional especializado.

Para muitas pessoas, o DIY é visto como uma filosofia de vida, já que suas técnicas incentivam a otimização do uso de objetos do cotidiano para que, assim, possamos reduzir o consumo de recursos naturais e preservar o meio ambiente. Ou seja, é uma linha de pensamento que tem a sustentabilidade como parâmetro.

Quando e onde foi criado o DIY?

Do It Yourself é uma expressão que se popularizou nos EUA, no período pré-guerra de 1912, quando a população era incentivada a construir seus próprios móveis, objetos, reparos e reformas em casa, sem o auxílio de profissionais, para economizar dinheiro.

No entanto, foi somente algumas décadas mais tarde, nos anos 1950, que o DIY se tornou uma verdadeira filosofia aliada ao impactante movimento de anticonsumo.

Neste contexto, revistas que ensinavam ciência e mecânicas em linguagem simples e popular circulavam pelo país, ensinando os cidadãos a produzirem suas próprias coisas e até como empreenderem a partir destas habilidades.

Qual é a sua importância para a sustentabilidade?

Não é preciso ser especialista em causas humanitárias e ambientais para saber que o planeta se encontra em uma crise causada, entre outros fatores, pelo estilo de vida consumista exagerado que a civilização moderna tem vivido especialmente no último século.

A revolução industrial é considerada um dos propulsores desta perigosa jornada, mas é a transformação digital que está galvanizando a normalização do pensamento de que nunca temos o suficiente.

Como o DIY é apoiado nos princípios de redução de consumo, reutilização de materiais e reciclagem do que seria descartado (os 3 Rs da sustentabilidade), seu conceito é indispensável para a preservação do meio ambiente e dos recursos naturais do planeta Terra.

Quais as vantagens do DIY?

Considerando que o DIY é uma tendência em ascensão, isto é, há cada vez mais pessoas consertando ou criando suas próprias coisas, a consequência natural é que o consumidor sinta menos dependência das indústrias e comércios varejistas.

Isso significa que, para se adaptar a essa nova realidade e atrair um perfil de consumo altamente exigente não apenas em termos de qualidade ou preço, mas também de questões de preservação do meio ambiente, o mercado tem se reinventado e oferecido soluções mais sustentáveis.

Entre as formas de se reinventar e atender a essa demanda de consumidores conscientes, muitas marcas têm investido na qualidade dos materiais usados em seus produtos, mas é a possibilidade de montar os móveis ou objetos de decoração em casa que realmente tem se destacado. Muitas vezes, este fator resulta em quedas de preços de produção, tornando o processo vantajoso tanto para o consumidor quanto para o fabricante.

Uma das organizações pioneiras e que propagou esse novo conceito no mercado foi a gigante sueca IKEA, em meados dos anos 1950, como já mencionamos neste artigo. Outro resultado interessante da tendência de DIY é redução do número de pessoas sem renda, visto que muitos indivíduos optam por investir em trabalhos em desenvolvimento de seus próprios produtos, que costumam ter mais valor de mercado do que aqueles produzidos por grandes indústrias.

O que fazer com a técnica de DIY?

Como você pôde entender até aqui, o DIY consiste em aplicar técnicas de mecânica em usabilidades e situações cotidianas, como reparos, consertos ou fabricação de coisas básicas do lar, descartando a necessidade de contratação de profissionais ou aquisição de novos produtos.

Isso significa que, desde a troca de um chuveiro até a customização de roupas ou montagem de móveis, são ações que se enquadram dentro da filosofia de DIY. Ou seja, você pode criar suas próprias peças de decoração ou até mesmo automatizar processos complexos com uso de robótica que estará praticando DIY.

Como uma das premissas do DIY é a preservação do meio ambiente e a sustentabilidade, é muito comum que as pessoas procurem objetos usados ou descartados e resgatem seu potencial de funcionalidade ou atribuam novos significados. Retalhos de madeira, partes de móveis quebrados ou até garrafas pet podem ser transformadas em cobiçados itens de decoração de interiores ou estimados móveis para a casa, a um preço que jamais seria encontrado nas lojas.

O DIY também é muito aplicado em contextos têxteis. Por exemplo, quando uma roupa é manchada, não significa que precisa ser descartada. Com alguns pedaços de tecido, agulha, um pouco de linha e criatividade é possível criar uma peça ainda mais bela que a original e totalmente exclusiva.

Você já imaginou como seria personalizar o seu home office à sua própria maneira? Isto é, montando móveis, bancadas ou quaisquer outros objetos necessários para a realização de seu trabalho? Pois bem! O DIY também foi considerado uma válvula de escape para muitas pessoas durante a pandemia, já que são atividades criativas e manuais são muito importantes para a saúde mental.

Como você pôde conferir, ideias sustentáveis, como a aplicação de técnicas de DIY em nosso cotidiano, são fundamentais para a redução do uso de recursos e, é claro, a preservação do meio ambiente.

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